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segunda-feira, 15 de abril de 2013

FESTIVAL DE FOTOS DE VEGETAIS, PLANTAS, FRUTOS E FLORES DO PARÁ

FESTIVAL DE FOTOS DE VEGETAIS, PLANTAS, FRUTOS E FLORES DO PARÁ
Aningal das várzeas ribeirinhas de Abaetetuba,
de Rui Santos
As plantas são fundamentais para a sobrevivência dos seres vivos. Seria necessário muitas linhas para mostrar essa importãncia. Nesta postagem queremos prestar um tributo às plantas e flores, frutos através dos olhares de nossos fotógrafos do Pará, onde a incrivel variedade de plantas e suas flores, e frutos enchem os olhos de toda pessoa sensível às belezas do seu meio ambiente, incluindo nossos fotógrafos que sabem captar esses momentos mágicos das difrentes fases das plantas amazônicas ou para cá trazidas desde a época da colonização do Pará, especialmente aquelas vindas das Guianas, Europa e outras partes do mundo, para compor junto com as nossas plantas nativas a beleza da flora de nossa Amazônia.
Cacaueiro, chegou no Período Colonial no Pará, com
cultivo no Baixo Tocantins, especialmente Cametá, e
daqui se espalhou para outras partes do Brasil, como
Ilhéus, na Bahia. A cada dia mostra mais propriedades
químicas e alimentares. Antigos cacauais do Pará 
subsistem em localidades quilombolas e com cultivo
na Região da Rodovia Transamazônica
Belo cenário de casas ribeirinhas do Pará, cercadas
por açaizal e vegetação de várzea tocantina
Cenário vegetativo captado pelo fotógrafo Rui Santos,
na bela Praça de Batista Campos em Belém, com
predominância de plantas floridas, arbustos e 
gramíneas
São poucas as ruas arborizadas de Abaetetuba. Esse
é trecho da Trav. Pe. Luiz Varela com alguns pés de
mangueiras. Na foto de Ademir Rocha, duas árvores,
 uma ameixeira e um jambeiro, que ajudam os alunos
da Escola São Francisco Xavier a atenuar o forte
calor tropical de Abaetetuba
Praça da Bandeira, em Abaetetuba, com suas altas
árvores nativas da Amazônia e outros arbustos 
florados, que fazem belo cenário com a Escola INSA
Outro cenário ribeirinho de Abaetetuba, em foto de
Rui Santos, com vegetação com predominância dos
açaizeiros nativos, que fazem o cenário junto com os
barcos, casa e rio barrento

Acima duas fotos que retratam a tradicional culinária
paraense do açaí, branco e roxo, que pode ser degustado com peixe frito e mais
abaixo, os cachos com os frutos açaí, que estão se 
constituindo uma promissora fonte de renda para os
ribeirinhos do Baixo Tocantins e que, na atualidade, vem
apresentando inúmeras propriedades na fabricação de
diversos produtos industriais e como alimento energético
e anti-oxidante, do palmito de açaí e aplicações dos caroços
no artesanato das bio-jóias. O açaí faz a fama do município
de Igarapé-Miri, no Baixo Tocantins, como
"A Capital Mundial do Açaí"
A palmeira da foto acima é o famoso miritizeiro do
Baixo Tocantins, das mil utilidades, da culinária paraense,
através da massa extraída do fruto miriti, do artesanato dos
brinquedos de miriti de Abaetetuba e demais cidades do Baixo
Tocantins, feitas da leve polpa, também chamada miriti,
extraída das hastes das grandes folhas do miritiziero, que fazem a
fama de Abaetetuba como a "Capital Mundial dos Brinquedos
de Miriti".
As mangueiras acima e as apetitosas mangas da foto
publicada por Nilton Araujo, nos indicam que as 
mangueiras que se adaptaram muito bem em solo
paraense, podem ser cultivadas, em processo de
manejo de determinadas variedades de mangas, frutos
que são muito apreciados no Pará, Brasil e Mundo e
com as mangueiras fazendo a fama de Belém como
a "Cidade das Mangueiras", com seus túneis vegetais
espalhados por diversas ruas e praças de Belém
Na foto acima, publicada por um membro da APRIMA, 
grupo com a página "ABAETETUBA", no site Facebook,
nos mostra o povo da localidade Itacuruçá, de Abaetetuba,
por ocasião do Natal Solidário do referido grupo. Chama a
atenção na foto, não só o povo, mas também a ribanceira
do rio devidamente domada em uma espécie de atracadouro
de embarcações, como pela vegetação de 
várzea e outras espécies vegetais que fazem o sombreamento
no atracadouro

Aqui novamente a palmeira chamada açaizeiro, vegetação nativa
 do Pará, mostrando seu caule relativamente fino, os cachos de açaí
e a copa da palmeira, que sempre procura crescer mais que a
vegetação ao seu redor, para melhor maturação dos frutos
Na primeira foto deste festival de fotos, de Rui Santos, mostramos o
barco chamado rabeta passando pela frente de um aningal,
que é vegetação típica e protetora dos mangues amazônicos,
que serve de habitat para uma série de outros seres vivos,
como as ararutas e sararás (crustáceos típicos das várzeas
tocantinas) e na foto acima, o fotógrafo Rui Santos, mostra
os detalhes do vegetal chamado aninga (uma das variedades),
com seu fino caule e grandes folhas no formato triangular e
faltou o detalhe do fruto não comestível parecido com a
fruta de conde e outras desse tipo
Aqui o fotógrafo amador Ademir Rocha captou uma
planta com seu buquê de flores de cor azul-violeta, a
embelezar um sítio, em jardim ribeirinho com muitas
outras espécies de plantas ornamentais
A laranjeira não é planta típica de solo paraense,
muito menos a pequena laranja com frutos gigantes
acima, e a laranjeira e seus frutos servem apenas
como planta ornamental. Mas em Igarapé-Açu/PA,
já existe o cultivo de laranajais, cujos frutos também
chegam à Abaetetuba e daqui seguem para outros
destinos
Na foto acima um pé de cana-de-açúcar, gramínea que
constituiu grande parte da história de Abaetetuba, Igarapé-Miri
e muitos outros municípios do entorno da Capital, Belém, com
o chamado Ciclo da Cana-de-Açúcar, no Pará Colonial e que
fez a história de Abaetetuba e Igarapé-Miri, no ciclo econômico
da Indústria Canavieira desses municípios, fazendo com que a
cachaça dos engenhos de cana-de-açúcar chegassem às
diversas regiões da grande Bacia Amazônica, através do chamado
Comércio de Regatão, atividades que ajudaram esses municípios
a dar grandes avanços em suas economias. Porém a Índustria
Canavieira do Baixo Tocantins entrou em irreversível decadência,
restando apenas a bela história dos canaviais de Abaetetuba e
Igarapé-Miri e suas centenas de engenhos
Aqui foto de Ademir Rocha que mostra a copa da
palmeira miritizeiro, á beira do histórico Rio Moju,
no município de Moju/PA
Aqui na foto de Ademir Rocha, uma planta que cresce
como mato nas beiradas das estradas e ramais do
Baixo Tocantins que, se usada como planta ornamental e
oferece um belo cenários com suas grandes folhas, de
cujo ápice afloram os cachos de belas flores vermelhas
que embelezam os quintais ribeirinhos ou jardins das
cidades
Bela foto de Rui Santos, fotógrafo que também é detentor
de belo orquidário, digno de ser visitado  para deleite dos
olhos dos apreciadores dessa arte de cuidar dessas delicadas
plantas, que exigem muitos cuidados e longo tempo para a
floração. Mas vale a pena tanto trabalho e tempo despendido,
para se admirar belas orquídeas, como as da foto acima
Temos aqui nas florestas do Baixo Tocantins a palmeira
chamada tucumanzeiro, que constitue um belo cenário
de várias palmeiras que brotam umas juntas das outras, 
constituindo moitas, cujos pés apresentam os vários cachos
dos frutos chamados tucumãs, que em outras partes do
Brasil recebem o nome de tucun, como os da foto acima.
O tucumã do Baixo Tocantins é comestível e com alto teor
oleaginoso, que antigamente serviam para se fazer o fogaréu
para as chamadas "defumações" do látex extraído das seringueiras
da Amazônia
Acima foto de filhote de miritizeiro, com suas grandes folhas
presas em grandes hastes, estas fornecedoras da polpa chamada
miriti, extraída apenas de miritizeiros adultos, que levam vários
anos para chegar aos 30m de altura, polpa leve que
serve no artesanato dos famosos Brinquedos de Miriti, de
Abaetetuba e Tocantins

Foto de Rui Santos que mostram os detalhes das delicadas
folhas e flores dessa planta ornamental que embeleza as
casas dos paraenses. Essa planta apresenta nas folhas e
flores pequenos espículos que fazem com que se esteja
 tocando em uma superfície aveludada, como das plantas
begônias
Aqui outra foto de Rui Santos que mostra casa e cenário
ribeirinho da localidade Rio Guajarázinho, em Abaetetuba/PA e
o açaizal volta a dominar a vegetação das beiras dos rios de
Abaetetuba e outras localidades do Baixo Tocantins. Como é
localidade ribeirinha, não podia faltar o barco que obrigatoriamente
fazem parte desses cenários
Aqui, em outra foto de Rui Santos, o ribeirinho inovou
a paisagem vegetal com os coqueiros, que são palmeiras não nativas do lugar
que se adaptaram ao clima e mata amazônica, inclusive
com cultivo de coqueirais às margens das estradas e
ramais dos municípios tocantinos. Porém, na foto, o
cenário é dominado pelo açaizal


Essa foto achamos que é de Ademir Rocha e, os
entendidos em vegetação amazônica, dizem que
a foto mostra a palmeira chamada patauá, planta
que pensávamos completamente extinta das beiradas
das estradas de Abaetetuba. O fruto patauá foi 
fartamento explorado nos períodos do Grão-Pará e
da Província do Pará e também no início do Período 
Republicano, quando os nativos do lugar extraíam
dessa palmeira nativa o chamado óleo de patauá, com
aplicações como tempero das fritadas amazônicas dos
peixes, caças e outros alimentos da dieta amazônica. E
dizem os entendidos que o fruto patauá fornecia sumo
parecido com o açaí e que era usado do mesmo modo que
este na dieta dos antigos ribeirinhos. Essa foto é importante
para nos dizer que essa palmeira está em vias de extinção
por estas bandas amazônicas
E a foto com autor identificado na própria foto, é
outra das belas palmeiras da Amazônia, no caso um
pé de bacabeira, que mostra o caule mais grosso que
a da palmeira açaizeiro e os cachos de bacaba, fruto
que é usado na culinária do Baixo Tocantins à semelhança
do açaí, isto é, vinho de bacaba como alimento junto com
outros ingredientes da culinária ribeirinha como os peixes e
carnes fritas, guizadas ou assadas

 Aqui a semente da palmeira patauá, que tem aplicações
industriais e no artesanato das biojóias paraense
 Aqui o fruto miriti, da palmeira aqui chamada miritizeiro,
em foto do facebook, fruto que tem uso na culinária
ribeirinha do Baixo Tocantins e que tem também aplicações
industriais em outros estados brasileiros
 A foto de Ademir Rocha, mostra um grande cacto
florido com sua flor amarela (que varia para a cor rosa)
e os cactos já têm mais de 30 anos
 Aqui outra espécie de ibisco, aqui papoula, em foto
de Ademir Rocha. A novidade dessa flor é que sua
corola é formada por duas fileiras de pétalas e as
mesmas são raras em nossa região
 A foto acima é de Rui Santos e mostra uma casa
ribeirinha de Abaetetuba e o cenário mostra árvores
que não são naturais do Pará, aqui chamadas de
castanhas-de-macaco, cujas copas são formadas
por grandes folhas que fornecem sombras para
atenuar o grande calor amazônico. Existem muitas
desse tipo de plantas espalhadas pelas ruas de Belém
 Essa flor de Rui Santos, tem o nome de ibisco, mas
por aqui, a chamamos de papoula e, no caso, é uma
papoula de cor branca mostrada em detalhes pela
foto de Rui. Amplie a imagem
 Foto de Ademir Rocha, que mostra duas espécies da
planta chamada trevo, uma espécie pequenina (com 3
folhas, mesmo) e outro trevo também verde, maior. Clique
e veja que entre o trevo verde maior, existem trevos com
4 folhas, que são raridades
Aqui, em foto de Ademir Rocha, uma espécie de samambaia
chamada samambaia de renda, junto a outras plantas de vaso
 A foto acima é de Ademir Rocha, que mostra uma
rosa de coloração cor-de-rosa, de uma roseira rústica
no jardim do mesmo Ademir, que já tem vários anos
e que sempre vai crescendo em busca dos raios do sol
para a sua plena floração
 A planta da foto de Ademir Rocha é uma variedade da
planta cueira, que mostra os pesados frutos chamados
cuias, pendendo dos galhos que se arastam com o peso
das cuias até o chão. A cuia tem várias utilidades no
Pará, como vasilhas das cozinhas ribeirinhas, das cuinhas
das vendedoras do tacacá pelas ruas de Belém e do artesanato
 das cuias decorativas em várias regiões do Pará
 O fenômeno das marés vai arrancando as terras das
beiradas dos rios amazônicos, no fenômeno das "terras
caídas" e, com isso, as marés vão arrancando as espécies
vegetais das beiradas dos rios. Em alguns casos sobram
as ilhinhas, como as da foto acima, captada por Ademir
Rocha em suas viagens para a Capital, Belém/Pa
Uma rua de Belém, a Cidade das Mangueiras, mostrando
alguns detalhes de plantas epífetas que possuem habitat nos
grossos troncos dessas grandes árvores
 Uma flor da dama-da-noite mostrando os detalhes
dos pingos d'água e insetos sugadores de seiva. Clique
e veja esses detalhes
 Botão e flor da dama-da-noite


Acima são as sensacionais flores damas-da-noite, do jardim de Ademir Rocha,
em fotos de Marivaldo Sena e Ademir Rocha, que são flores
noturnas, que começam a abrir à partir das 9:00h da noite e
atingem o ápice de abertura nas horas da madrugada e são
flores que mais parecem estrelas no firmamento negro das
noites e essas plantas do tipo das carnudas florecescem apenas
nos períodos de chuvas e por influência da lua-cheia, em flores
que exalam perfume que domina o ambiente às proximidades
e que no amanhecer do dia seguinte já estão fechadas, para originar um
fruto de cor avermelhada que aparecem alguns dias depois das
floradas
 Algumas espécies de jasminzinhos buquê-de-noiva, nas
cores branca, vermelha, vermelho-amarelado
 Sensacional foto de Marivaldo Sena mostrando a
copa de uma alta plameira do jardim de Ademir Rocha,
em foto noturna. Essa palmeira não é nativa da Amazônia e que
se adapta ao solo e ao vaso, porém no solo cresce muito,
atingindo altura de mais de 20m
Detalhes do jasminzinho ou buquê-de-noiva de cor vermelha,
em foto de Marivaldo Sena, da coleção de Ademir Rocha
 Aqui, foto de Marivaldo Sena, mostrando os detalhes
da pequena planta ornamental de vaso
 Aqui uma das 9 espécies de samambaias da coleção
de Ademir Rocha, em foto do próprio, no caso a
samambaia paulistinha, cujas folhas são pequenas
em relação às das demais espécies da coleção
Aqui um conjunto de várias plantas ornamentais do
jardim de Ademir Rocha, em foto de Marivaldo Sena,
onde aparecem os jasminzinhos de buquês-denoivas, cor amarela, o
croton de cor avermelhada e outras plantas, em foto
noturna
Blog do ADEMIR ROCHA, de Abaetetuba/PA

4 comentários:

  1. Maravilhosa iniciativa, parabens. Como faço para contribuir com uma foto? Não é profissional, mas feita com muito orgulho, é uma bacabeira, linda, fotografada na ilha do Marajó

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  2. Caro Luiz Roberto Barbosa Morais, obgdo pela visita ao Blog e fotos podes ser publicadas no Facebook que nós copiamos e postamos no Blog. Disponha do Blog para suas postagens. Abçs, Ademir Rocha

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  3. muito bom ,acessei para ver a Dama da Noite e vi em outra foto uma planta azul violeta sem nome e posso dizes que o nome popular é Hortência e no município de Gramado /RS tem uma variedade em outras cores também.eu imagino que seja planta que nasce no outono aqui no sul

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  4. Sonia Nascimento, obrigado pela visita ao n/Blog e pela informação. Realmente é Hotência, uma planta que se adaptou ao nosso clima quente úmido!

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