terça-feira, 6 de abril de 2010

LOCALIDADES DO MUNICÍPIO DE ABAETETUBA/PA 5








LOCALIDADES DO MUNICÍPIO DE ABAETÉ/ABAETETUBA/PA: ASPECTOS E VULTOS

RIOS DO MUNICÍPIO DE ABAETETUBA/PA:

Rio TOCANTINS. É um afluente da margem esquerda do Rio Amazonas, nasce no Planalto de Goiás, percorre uma extensão 2.400 km, banhando os estados de Goiás, Tocantins (dividindo-o do Maranhão) e Pará, até desaguar na Baía de Marapatá (Rio Pará), na foz do Amazonas, nas proximidades da cidade de Belém. Seu trecho navegável é de 1.900 Km2, entre as cidades de Belém/Pa e Peixe/To. Seu curso é dividido em Alto Tocantins, Médio Tocantins e Baixo Tocantins, trecho que vai da Cachoeira de Itaboca até a sua foz, numa extensão de 360 km, onde atualmente situa-se a Hidrelétrica de Tucuruí e importantes cidades, como Abaetetuba.

Rio TOCANTINS. É o mais importante rio da região. Vide rio Tocantins em microrregião do Baixo Tocantins. È formado pela reunião do Alto-Tocantins com o Rio Araguaia. Nascem ambos no Estado de Goiás, o primeiro na Serra dos Pirineus e o segundo no Morro Vermelho da Serra pelada. A extensão do Rio Tocantins é de 2.640km. É na confluência com o Rio Araguaia, 474 km acima da sua barra no Rio Pará, que o Tocantins penetra no território paraense. O chamado Baixo Tocantins é francamente navegável, até a cidade de Tucuruí, que fica na sua margem esquerda. Depois de passar a cidade de Baião, que fica na sua margem direita, o rio divide-se em diversos braços, correndo entre numerosas ilhas.

O Rio Tocantins entra no Rio Pará, a 137 km de Belém. Pela sua margem direita, uns 30 km de Cametá, entra no Furo de Miritipucu, que vai sair no Rio de Igarapé-Miri, onde fica a cidade do mesmo nome. Do Rio de Igarapé-Miri, o canal ou Furo de Igarapé-Miri permite passar para o Rio Moju. Também do Furo Miritipucu, passa-se para o Ri Abaeté, em cuja margem direita, a 40km de Belém, está a cidade de Abaetetuba, rio muito bom para a navegação, com uma profundidade superior a 12 metros.

Faz limite com o Oeste de Abaetetuba, através de sua foz, junto com Limoeiro do Ajuru, Cametá e a Baia de Marapatá, com a cidade de Abaetetuba: começa da foz do Rio Maúba, segue pela costa da margem deste rio e pela Baía de Marapatá, até a foz do Tocantins, no Rio Pará.

A Baía de Marapatá é formada pela foz do rio Tocantins, que banha a cidade de Abaetetuba. É importante como limite de Abaeté:

Abaeté foi erigida em frente da Baía de Marapatá, margem direita do Rio Tocantins, que banha o município através de seus inúmeros afluentes locais.

Rio PARÁ. Rio que nasce na região das Ilhas do Pará e deságua entre o Cabo Maguari e a ponta Curuçá, no Oceano Atlâtico, é um dos principais formadores da Baía do Marajó. Através do estreito de Breves, une-se ao Rio Amazonas, separando a Ilha do Marajó do continente e divide Abaetetuba dos municípios de Muaná e Ponta de Pedras.

Descrição das divisas de Abaetetuba: Com a Baía de Marapatá, os limites se fazem através da foz, pela sua margem direita, chegando até a foz do Furo Mahúba, na mesma margem direita até o Rio Pará: Com o Rio Pará e a Baía do Marajó, os limites começam na foz do Rio, seguindo pela margem direita desse rio até a Costa do rio Uiarenga; com o município de Belém, os limites se fazem pela foz do Rio Uiarenga, na baía do Marajó, seguindo por esse rio até as nascentes do Rio Uraenga, nas margens nascentes do igarapé Cabresto, afluente esquerdo do Rio Moju.

Importâncias do Rio Pará e Baía do Marajó para Abaetetuba/Pa e o Baixo Tocantins:

São importante como limite para Abaetetuba e na formação da Bacia hidrográfica da região.

Como limites:
Abaetetuba limita com o rio Pará (Baía do Marajó): 0 limite começa na foz do Tocantins, no rio Pará, segue pela costa meridional da Baía do Marajó, na sua margem direita, até a foz do rio Uiarenga.

O Rio Pará é o principal rio de Abaetetuba. Esse rio, junto com o município de Barcarena, faz o limite Norte de Abaetetuba. O Rio Pará é o limite natural, a Noroeste, com os municípios de Muaná e Ponta de Pedras. Nesse rio se destacam dezenas de ilhas: Urubuéua, Sirituba, Capim, Campompema, entre outras.

Abaetetuba limita também com o município de Barcarena: começa na Baía do Marajó (Rio Pará), pela margem direita, confronte à foz do rio Uiarenga e sobe pelo álveo deste até as suas cabeceiras, e destas, às nascentes do Igarapé Cabresto.

Limita com o município de Moju: começa nas nascentes do igarapé Cabresto e destas alcança, por uma reta, as cabeceiras do Rio Mocajatuba.

Limita com o município de Igarapé-Miri: começa nas cabeceiras do Rio Mocajatuba, destas, alcança, por uma reta, as cabeceiras do rio Itanimbuca; desce por este até o furo do Inferno, pelo qual segue até sair no rio Meruú, o qual atravessa para a boca do furo Camarãoquara, pelo qual também segue até a sua foz, no furo Tucumanduba e segue por esse furo até encontrar o furo do Pinheiro e por este até a sua boca, no furo Itaboca, pelo qual continua até sair no furo Panacuéra e por este último até sair no rio Mahuba, pelo qual desce até a sua foz no rio Tocantins. Abaetetuba limita-se ao Norte com a Baía do Marajó, Barcarena e Rio Pará.

O Rio Assacu faz confluência com o Rio Urubuéua e ambos deságuam no Rio Pará.

Rio ABAETÉ. Abaeté, palavra de origem tupi que designa importante rio existente no município de Abaetetuba, localizado ao sul da cidade. Este rio detém o primitivo nome da cidade que se chamava Abaeté. Aba significa homem; eté, significa valoroso, verdadeiro, valente. Abaeté significa, portanto, homem valoroso, verdadeiro ou pessoa boa, pessoa de palavra ou pessoa honrada.

Afluentes do Rio Abaeté:
O Rio Abaeté pela sua margem direita possui os seguintes afluentes: Rio Jacaréquara, Igarapé Ipixuna. O Rio Abaeté é um afluente do Rio Maratahyra, com sua embocadura próxima à Ilha Campompema. A partir daí vai formando afluentes, tanto da margem direita, quanto da esquerda. Pela margem esquerda possui os seguintes afluentes: Igarapé Genipahuba, Igarapé Moju-Miry, Rio Curuperê, Igarapé Camotim. Pela sua margem direita possui os seguintes afluentes: Rio Jacaréquara, Ig. Ipixuna.

Em 1927 há a seguinte citação: “O Clube Musical São Sebastião abrilhantou a festa de Santa Maria no Rio Abaeté, na residência do Sr. João de Matos Bitencourt de 3 a 14 de agosto”.
Nas casas de famílias das Estradas e Ramais de Abaeté, aconteciam festividades de santos nas seguintes comunidades: Rio Abaeté.

Antonio Ribeiro com comércio no Rio Abaeté e, posteriormente, muda para o Rio Camotim, em 1930.

Uma lenda do Rio Abaeté, O Buraco do Tatu-Açu. No Rio Abaeté, próximo à propriedade de Ernani Maués Carvalho, existe um grande buraco, com um considerável diâmetro e perfeito em sua forma geométrica, o qual dizem ter comunicação com o Rio Acaraqui. Os caboclos do lugar narram a existência de um enorme tatu-açu, que cavou o buraco, para se trasnportar de um rio ao outro, com a maior facilidade. Outra versão é a de que o buraco foi feito pelos cabanos, em forma de túnel, por onde passavam sem serem notados, de um local para outro. Ou esse buraco foi o lugar por onde passaram os cabanos que saquearam a antiga fazenda dos pais de Bento de Carvalho, bisavô de Ernâni. O fato é que o buraco está ali em sua enormidade, pondo à prova a imaginação do povo ribeirinho.

VISITANTES NO RIO ABAETÉ:
E também, por que ali, nos anos 30 do Século 20, o médico sanitarista, cientista Carlos Chagas viajava de canoas para da para examinar os ribeirinhos que pudessem estar contaminados pelo calazer/Leyshimaniose Visceal Americana.

A entrada do Rio Abaeté era o principal escoadouro de cachaça, próximo do qual se localizavam inúmeros canaviais. Era comum se dizer “roçado de cana-de-açúcar” para esses canaviais.
ENGENHOS NO RIO ABAETÉ: A entrada do Rio Abaeté era o principal escoadouro de cachaça, próximo do qual se localizavam inúmeros canaviais. Era comum se dizer “roçado de cana-de-açúcar” para esses canaviais. Existiam alguns engenhos de cana-de-açúcar no Rio Abaeté. Vide Antigos Engenhos de Abaeté/Pa.

COMERCIANTES NO RIO ABAETÉ:

Nicolau Parente & filho, no Rio Abaeté, 1906.
Às margens do Rio Abaeté existiam algumas casas de comércio, conforme atestam documentos de 1922 e seus proprietários eram:
Augusto pereira Leite;
Francisco Freire de Andrade;
Fernando Ribeiro Filho.
Antonio Ribeiro com comércio no Rio Abaeté e, posteriormente, muda para o Rio Camotim, em 1930.
Depósito de lenha de Ferreira & Carneiro, no Rio Abaeté, em 1922.
O Rio Abaeté abriga a Comunidade N. S. do Bom Remédio, no Rio Abaeté.
Pela sua margem direita o Rio Abaeté possui os seguintes afluentes: Rio Jacaréquara, Igarapé Ipixuna. O Rio Abaeté é um afluente do Rio Maratahyra, com sua embocadura próxima à Ilha Campompema. A partir daí vai formando afluentes, tanto da margem direita, quanto da esquerda. Pela margem esquerda possui os seguintes afluentes: Igarapé Genipahuba, Igarapé Moju-Miry, Rio Curuperê, Igarapé Camotim. Pela sua margem direita possui os seguintes afluentes: Rio Jacaréquara, Ig. Ipixuna.
O Rio Abaeté é um rio histórico e importante para o município de Abaetetuba/Pa.

Rio ACARAJÓ. Abriga a Escola 8 de Dezembro.

Rio ACARAQUI. É um afluente do Rio Maratauíra. Abriga uma Delegacia Sindical do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Abaetetuba. Nesse rio conteciam festas de santos nas s nas casas de famílias. Abriga a Comunidade S. Miguel Arcanjo, no Médio Acaraqui e abriga a Escola São Tomé e a Comunidade N. S. do Perpétuo Socorro, no Baixo Acaraqui.
ANTIGOS ENGENHOS NO RIO ACARAQUI: Esse rio abrigava importantes engenhos nos tempos áureos da indústria canavieira de Abaeté. Vide Antigos Engenhos de Abaeté.

Rio AGUAPÉ. Na PA-151.

Rio ALAMBIQUE. O rio Abaeté é um rio de pequeno curso e navegável apenas por leves embarcações. Em sua margem direita recebe o rio Alambique.
Rio APEÍ/APIÍ

Rio ARAPAPU. É um afluente do Rio Itacuruçá. Na localidade Arapapu existiam vários engenhos de cana.

Comerciantes no RIO ARAPAPU:
Raymmundo Gonçalves Chaves, no Rio Arapapu.

ANTIGOS ENGENHOS NO RIO ARAPAPU: Na Fase áurea da indústria canavieira, quando Abaeté era chamada de “Cidade da Cachaça”, no Rio Anapu existiam alguns engenhos. Vide Antigos Engenhos de Abaeté.

Rio ASSACU. Rio Assacu. Esse rio faz confluência com o Rio Urubuéua e ambos deságuam no Rio Pará.

Rio ASSACUERA. Abriga a Comunidade N. S. do Bom Remédio, no Rio Açacu e a Comunidade N. S. Aparecida, no Rio Assuera.

Rio AJUHAHY. É afluente, da margem direita, do rio Tocantins e o Ajuaizinho é o canal que une o Rio Tucumanduba ao rio Ajuaí. Na localidade Ajuahy existiam alguns engenhos de cana, na fase áurea da produção de cachaça e mel. Os rios Ajuaí e Genipaúba em Abaetetuba, em novembro de 2008, estavam com visitas de pesquisadores para estudar o ciclo de vida do inseto barbeiro que é transmissor da “Doença de Chagas”. A Rio Ajuaí abriga a Comunidade N. S. das Graças, no baixo Ajuhahy, com a festa dessa santa na capela da comunidade. E também abriga a Comunida de S. Sebastião.

ANTIGOS ENGENHOS NO RIO AJUHAHY:
Esse rio possuía importantes engenhos nos áureos tempos de “Abaeté, a Terra da Cachaça”. Vide Antigos Engenhos de Abaeté.

Rio AJUAÍZINHO, que é um afluente do rio Tucumanduba.

Rio ANEQUARA. No Furo do Urucuri e o Igarapé Mãe Joana. Abriga a Comunidade N. S. do Perpétuo Socorro.

Rio ARAPAPUZINHO. Abriga a Comunidade S. Sebastião.

Rio ARAPIRANGA DE BEJA. O Rio Arapiranga corta o município de Abaetetuba.

Uma lenda do Rio Arapiranga, O Poço da Água Que Ferve. Nas cabeceiras do Rio Arapiranga existe uma fonte de água. Suas águas estranhamente paradas, borbulham, como a ferver, com o menor movimento de passos ou vozes que se aproximem. Suas águas confluem com uma gruta, onde as pedras de sua formação como que foram colocadas por mão humana, formando uma bonita decoração, conjunto que recebeu o nome de Poço da água fervente. Os pais de santo consideram-na um poço místico, onde são realizados rituais de batismos aos médiuns do local.

Existe uma ponte sobre o rio Arapiranga, na PA-409, entre Abaetetuba e Vila de Beja. Outros rios que deságuam na baía do Capim: Guajará de Beja, Arapiranga de Beja e Arienga (Uiarenga). Este último faz limite com o município de Barcarena, a Nordeste. Outros rios que deságuam na baía do Capim: Guajará de Beja, Arapiranga de Beja e Arienga (Uiarenga). Este último faz limite com o município de Barcarena, a Nordeste.

COMERCIANTES NO RIO ARAPIRANGA DE BEJA:

Às margens do Rio Arapirange de Beja existiam algumas importantes casas de comércio, conforme documentos de 1922 e seus proprietários eram: Augusto Henrique Pires; J. Sampaio & Jacques; Raymmundo & Almeida.
Augusto Henrique Pires. Citação de 1922: Augusto Henrique Pires com casa de commércio no Rio Arapiranga de Beja, em Abaeté.
Augusto Henrique Pires, no Rio Arapiranga de Beja; 1927.
1922: J. Sampaio, no Rio Arapiranga de Beja;
1922: Raymmundo de Almeida, no Rio Arapiranga de Beja;
1931: A firma Castro & Paes com comércio no Rio Arapiranga de Beja.

Rio ARIENGA/URAENGA/UIARENGA?
Rio ARIENGA/UIARENGA – Esse rio faz parte do município de Barcarena e ele é o rio que faz o limite da cidade de Barcarena: a sudoeste, com a cidade de Abaetetuba e a sudeste limita com a cidade de Moju.

Faz divisa de Abaetetuba com o município de Barcarena. Descrição das divisas de Abaetetuba: Com a Baía de Marapatá, os limites se fazem através da foz, pela sua margem direita, chegando até a foz do Furo Mahúba, na mesma margem direita até o Rio Pará: Com o Rio Pará e a Baía do Marajó, os limites começam na foz do Rio, seguindo pela margem direita desse rio até a Costa do rio Uiarenga; com o município de Belém, os limites se fazem pela foz do Rio Uiarenga, na baía do Marajó, seguindo por esse rio até as nascentes do Rio Uraenga, nas margens nascentes do igarapé Cabresto, afluente esquerdo do Rio Moju.


COMERCIANTES NO RIO ARIENGA/UIARENGA:
Ás margens do Rio Uiarenga de Beja existiam importantes casas comerciais, conforme documentos de 1922 e alguns desses comerciantes eram os donos da firma Sousa & Filho. A firma Souza & Filho, tendo como um dos sócios José Felix de Souza.

Rio ARUMANDUBA. É um afluente do Rio Maratauhyra. Arumanduba Grande e Arumanduba da Zona da Estrada. Abriga uma secretaria da Colônia de Pescadores Z-14, uma Delegacia Sindical do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Abaetetub e a Comunidade N. S. da Paz. Igarapé Sacueira é um afluente do Rio Arumanduba.

Em 1905 a Banda de Música do Arumanduba e a Banda Henrique Gurjão, estiveram tocando no batizado do filho do Sr. Olinto Rocha, o pequeno Santino, sendo padrinhos o Major Honório Roberto Maués e sua esposa, Dona Hildebrandina Maués.

Comerciantes no RIO ARUMANDUBA:

1931: Comércio de João Baptista Rodrigues, no Rio Arumanduba.
1931: Comércio de João Baptista Rodrigues, no Rio Arumanduba.
Vide Antigos Engenhos e donos de engenhos de Abaeté na fase áurea da indústria canavieira

Rio BACABAL

Rio BACURI. Abriga a Comunidade Santa Maria. O Rio Biribituba é um braço do rio Bacuri.

Famílias originárias do rio Bacuri:

Agenor Ferreira da Silva, músico, natural da localidade rio Bacuri, foi recrutado pelo Mestre Chiquinho Margalho para tocar na Banda Virgem da Conceição. Houve um tempo em que a sede da banda foi improvisada na casa do Mestre Agenor, no Bacuri. Mestre Agenor Silva além de músico, era compositor, mestre, maestro, músico eclético e professor de música. Junto com o Mestre Chiquinho Margalho, em 1949, funda a Banda Virgem da Conceição, ficando com a regência da referida banda. Esse excelente músico tocava trombone de vara, de pista e outros instrumentos musicais, portanto era eclético. Mas Agenor Silva era um grande flautista, o melhor que existia em Abaeté. Era o Contra-Mestre da Banda Virgem da Conceição, no tempo do mestre Chiquinho Margalho e, tempos depois, com a morte de Chiquinho Margalho, assume como Mestre dessa Banda. Participou da 1ª Diretoria da Banda Virgem da Conceição, como vice-presidente. Os demais componentes eram: Francisco de Miranda Margalho/Chiquinho Margalho, presidente; Raimundo da Silva Xavier, secretário e Bento de Sousa, tesoureiro. Agenor também participou de vários conjuntos musicais de sua época, por ele criado ou de outros músicos. Era membro da Orquestra Brasil, junto com Chiquinho Margalho. Na era da introdução dos instrumentos eletrônicos Agenor, em 1967, aparece numa formação do Conjunto Musical “D. M. Show” de Daniel Margalho, tocando pistão.

ANTIGOS ENGENHOS NO RIO BACURI:
Esse rio possuía importantes engenhos nos áureos tempos de “Abaeté, a Terra da Cachaça”. Vide Antigos Engenhos de Abaeté.

Também é origem da Família Rodrigues:

Abel Guimarães Rodrigues, comerciante e dono de engenho de cana-de-açúcar no Bacuri, para fabricar cachaça, c/c Raimunda Costa Rodrigues. Filhos: Maria Eunice Rodrigues, que se tornou esposa do popular prefeito de Abaetetuba, Chico Narrina/Francisco Maués Carvalho e que tiveram 6 filhos: Raimunda Rosa, advogada; Francinete, Murilo, médico; Francinete, psicóloga (atual prefeita de Abaetetuba/Pa-4/2010); Francilene Rodrigues Carvalho, pedagoga; Francisco Maués Carvalho Filho/Chiquicho, administrador de empresas, empresário.

Francinete Maria Rodrigues Carvalho/Francinete, n. 29/7/1969, formada em Psicologia. Casou e teve uma filha. É poeta amadora. No governo de seu pai, como prefeito de Abaetetuba, ocupou a Secretaria Municipal de Assistência Social e a Secretaria Municipal de Saúde. Francinete de Carvalho foi eleita nova prefeita de Abaetetuba nas eleições de outubro/2008, tendo tomado posse em 1/1/2009, para um governo de 4 anos.

Rio BELCHIOR
Rio BIRIBÁ
Rio CAMARÃOQUARA

Rio CAMOTIM/CAMUTIM. É um afluente do Rio Abaeté.
Rio CAPIM. Abriga a Comunidade Santo Antonio e já posuíu importantes comerciantes e donos de engenho de cana-de-açucar em Abaeté.

Rio CAMPOMPEMA. Abriga a Comunidade S. João Batista com a festa de São João Batista, realizada na capela da comunidade.
Abrigou vários antigos engenhos de Abaeté. Vide a postagem sobre ngenhos:
Rio CAMPOMPEMA-ALTO. Abriga uma secretaria da Colônia de Pescadores Z-14, uma Delegacia Sindical do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Abaetetuba.
Rio CAMPOMPEMA-BAIXO. Abriga uma secretaria da Colônia de Pescadores Z-14.
Rio CAPUTEUA
Rio CARAPAJÓ. Esse rio possuía alguns engenhos na fase áurea de Abaeté, a Cidade da Cachaça”. Vide antigos engenhos de Abaeté/Pa.

Rio CARATATEUA. Esse rio tem sua embocadura pelo Rio Pará, entrando na Ilha do Capim.

Rio CARIPETUBA. Abriga uma secretaria da Colônia de Pescadores Z-14 e uma Delegacia Sindical do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Abaetetuba. Abriga a Comunidade N. S. de Nazaré com a festa dessa santa na capela da comunidade.

Famílias originárias do Caripetuba:

Orêncio Barbosa André/Barbosa e Risolena Rodrigues André/Risó, hoje residentes na Trav. Santos Dumont, 638/Abaetetuba/Pa, casaram no dia 19/10/1957, na localidade Caripetuba, onde residiam, antes de mudarem para a cidade e tiveram 8 filhos: Maria de Nazaré André de Castro/Teça, Maria de Jesus André Rocha/Gê, Deuza Maria, José Orêncio/Orencinho, José Trindade, José da Penha/Penha, Maria Francinete/Nete e Maria de Fátima Rodrigues André. Vide famílias André e Rodrigues do Caripetuba.

Festas de santos que aconteciam na chegada dos Padres Xaverianos nas Ilhas, estradas e ramais de Abaeté, em 1961: Festa de N. S. de Nazaré, na capela da comunidade, onde os grupos de folias de santos é que faziam a animação da festa (antigamente). A Folia de N. S. de Nazaré, em Caripetuba, teve como um de seus fundadores o Sr. Francisco de Assis Gomes Lobato, com 69 anos em 2008, tocador da Folia de S. Miguel. Outros grupos vinham de outros lugares para tocar: Assacu, Panacuéra e Prainha.

Rio CASTANHAL

Rio CUITININGA/SAMUHUMA. Antigamente era chamado Rio Samuhumma. Às margens do Rio Cuitininga existiam algumas casas de comércio e engenhos de cana-deaçúcar, conforme atestam documentos de 1922.

Comércio:
A. Villaça da Silva, no Rio Cuitininga.

Famílias originárias do Rio Cuitininga:

Raimundo Nonato da Silva, natural do Rio Cuitininga, c/c Catarina Brazelina Costa e Silva, natural do Rio Cuitininga e tiveram filhos: Manoel Nonato da Silva (2ª geração).
2ª geração: Manoel Nonato da Silva, nasceu em 7/12/1914, em Igarapé-Miry, Pará e e faleceu com 93 anos de idade, de parada cárdio-respiratória e falência múltipla dos órgãos e foi sepultado no Cemitério de Nossa S. da Conceição, em Abaetetuba/Pa. C/c Joana Guimarães da Silva, em 26/4/1947, perante o Juiz Suplente Oscar Pinheiro Castelo Branco de Lima, tendo como testemunhas Pedro da Silva Gomes, casado e agricultor e Plácido Justo da Silva, casado e industrial, casamento nº 325, conforme registro de casamento, fls. 68 e 69, lv. 04, do Cartório 3º Of., João Ferreira Gomes.

Manoel Nonato da Silva, era natural e residia no Rio Cuitininga.
A localidade Cuitininga abriga a Comunidade S. José e a festa desse santo era realizada na capela da comunidade e abriga a Escola São José.

Rio CURUPERÉ. É palavra de origem tupi que designa local e rio existentes em Abaetetuba/Pa. O rio é afluente de um rio central e ele seca no período de verão. Se divide em:
Rio Curuperé-Miry. A partícula diminutiva é usada para distinguí-lo do rio Curuperé, pois ele é menor. O sufixo miry/mirim, significa pequeno.

Rio CURUPERÉ. Afluente do importante rio Moju, que banha a cidade de Moju. O Ramal do Camotim chega até o Rio Curuperé.

Famílias originárias do Curuperé:

Leopoldo Anísio de Lima c/c Maria do Carmo de Lima/Mariquinha de Lima e tiveram 7 filhos: Benvinda, Bruna, Joana, Anízio Alvim, Maria/Maroca Lima, Antonina/Antonica e Leopoldo Filho/Pudico, 3ª geração. Leopoldo Anísio de Lima faleceu no dia 19/2/1924, às 3,30 h da tarde, com 69 anos, em sua residência, à Praça de N. Senhora da Conceição, hoje, Trav. Pedro Pinheiro Paes, onde se localiza a Panificadora “Milton”, de propriedade de seu trineto Mário Fernando da Silva Pontes. Sua esposa Maria do Carmo/Mariquinha, avó de Emiliano, nasceu às margens do Rio Curuperé, município de Abaeté, dia 16/7/1853 e faleceu no dia 29/6/1937, com 84 anos, 11 meses e 13 dias, às 3h da tarde, em sua residência, à Praça de N. Senhora da Conceição, atual Trav. Pedro Pinheiro Paes, nº 282, hoje propriedade dos herdeiros de seu neto Emiliano de Lima Pontes.

Comerciantes no RIO CURUPERÉ:
Hygino Fernandes Filho, no Rio Curuperé.

Rio CURUPERÉ GRANDE.
Rio Curuperé-Miry.

Rio CURUPUAÇÁ. Curupuaçá é uma palavra de origem tupi que designa rio existente em Abaetetuba/Pa, que significa rio que cheira à sapo, alusão ao odor característico da água devido à presença de sapos.

Rio CURURU


RIO DA PRATA. Abriga a Escola São Francisco de Assis que faz parte do sistema SOME de ensino e a Comunidade S. Francisco de Assis.

RIO DA PRATA/Furo Santa Helena

Rio do INFERNO. Rio em cujas margens existia um engenho São Pedro, de Álvaro Matos e outros engenhos.

Rio DOCE. Abriga a Comunidade São João Batista e uma secretaria da Colônia de Pescadores Z-14.

Rio FURO GRANDE. Abriga a Comunidade Santa Terezinha do Menino Jesus e a festa dessa santa é realizada na capela da comunidade.

COMERCIANTES NO FURO GRANDE:

1931: José C. Maués, com comércio no Furo Grande.
1930: Comércio de fumos e bebidas de Manoel Costa, no Furo Grande.
ANTIGOS ENGENHOS NO RIO FURO GRANDE: Esse rio abrigava importantes engenhos nos tempos áureos da indústria canavieira de Abaeté. Vide Antigos Engenhos de Abaeté. Vide também “Engenho da Família Pacheco”, o único ainda existente em Abaeté.

Rio GUAJARÁ. É importante devido ao fato de de fazer divisa entre os distritos de Abaeté e Beja: a divisa começa na foz do Rio Guajará, subindo por este até a confluência do Igarapé Apeí, pelo qual sobe até as suas nascentes, donde alcança, por uma reta, as nascentes do Rio Jaurá, e daí, por outra reta, até as nascentes do Igarapé Cabresto.

1927: Orquestra Recreativa Carlos Gomes, A Orquestra Recreativa Carlos Gomes, do Rio Guajará, tinha como professor de música o Sr. Manoel Joaquim do Nascimento, falecido em junho de 1927.

Famílias originárias no Rio Guajará:

Além dessas, existiram outras pessoas e entidades importantes no Guajará, que tiveram origem nessa localidade, como: Manoel Joaquim do Nascimento, músico de renome, professor de música, maestro das bandas “Sai Cinza de Beja e da Banda Carlos Gomes, no tempo de Raimundo Pauxis;

A família de Raimundo Nonato Pauxís, que possuía um sítio no Guajará e lá festejavam São Raimundo Nonato.

As festas realizadas nas ilhas, no tempo da chegada dos Padres Xaverianos em Abaeté aconteciam também no Guajará-Cabeceiras.

Comerciantes no RIO GUAJARÁ:
Adalberto Silva & Filhos, com mercearia à margem esquerda do Rio Guajará.

RIO GUAJARÁ DE BEJA. Na sua embocadura, próximo da Vila de Beja, possui o Furo Guajará. Outros rios que deságuam na baía do Capim: Guajará de Beja, Arapiranga de Beja e Arienga (Uiarenga). Este último faz limite com o município de Barcarena, a Nordeste.

Famílias originárias no Rio Guajará de Beja:

Família Pimentel Coutinho. Orêncio Pimentel Coutinho, que nasceu em 22/4/1905 na localidade de Guajará de Beja e faleceu em 25/12/1980, com 75 anos de idade e seus familiares eram do Guajará de Beja. Orêncio foi cartorário, vereador na gestão de do Prefeito nomeado João Francisco Ferreira no período de 12/2/1936 a 31/12/1937, em Abaeté e o mais famoso leiloeiro da festa de Nossa S. da Conceição em Abaeté.

Foi batizado em Beja pelo Pe. Pimentel, sendo padrinhos: Raimundo N. Pimentel e Francisca Romana dos Passos Pimentel (irmã de Fábia acima). Orêncio Pimentel Coutinho c/c Cezarina Nobre Coutinho e tiveram os seguintes filhos: Maria da Conceição, Maria Edna, Orêncio Filho e Joana Maria Nobre Coutinho.

Laudelino Nunes Fernandes, nasceu no Rio Guajará de Beja e ele era professor escolar, músico e professor de música e maestro. Era chamado de Mestre Laudelino. Inicialmente a família do Mestre Laudelino morou em Igarapé-Miry, local onde ele trabalhava como professor escolar, e onde nasceu o seu filho Ceci, que nasceu no Rio Santo Antonio, no Engenho do Capitão Deodato. Chegou a ser regente da banda Paulino Chaves e professor municipal do Guajára de Beja;

À convite do seu amigo o Coronel Aristides dos Reis e Silva, em 1923, o Mestre Laudelino e família vieram para Abaeté, para aqui trabalhar como professor escolar. Trabalhou como professor de leitura por muitos anos em Abaeté. O Mestre Laudelino, como professor escolar, foi contemporâneo da professora Carolina Pinto da Rocha, Abílio Nery de Araujo, Ederlina Maués, Jósimo Antonio de Sarges, Maximiano Antonio Rodrigues, examinador nas escolas municipais, junto com outros examinadores: Miguel Mendes dos Reis, João Bernardino Dias, Coronel Hygino Maués, Raymmundo Maués Pinheiro, Paulo Elpídio, João Ferreira e Abílio Nery.

Mestre Laudelino, como músico que era inicialmente tocou na Banda Paulino Chaves junto com um seu irmão de nome Domício Nunes Fernandes. Em 1927 o Mestre Laudelino chegou ao posto de regente da banda. Foram seus contemporâneos na Banda Paulino Chaves: Horácio de Deus e Silva, Estácio de Sena, Félix Machado e seus irmãos Veriano e Emiliano. O Mestre Laudelino e seu filho Ceci Fernandes, tocaram na Banda Carlos Gomes. Existem algumas citações sobre Laudelino Nunes Fernandes. Uma citação do ano de 1927 diz: “Laudelino Mendes Fernandes era o regente da Banda Paulino Chaves”. “Na vida particular era professor municipal no Rio Guajará”.

No Rio Guajará de Beja existe uma secretaria da Colônia de Pescadores Z-14 e abriga uma Delegacia Sindical do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Abaetetuba.

A Orquestra Recreativa Carlos Gomes, que tinha como professor de música o Sr. Manoel Joaquim do nascimento, era do Guajará de Beja.

No Guajará de Beja: Abriga a Comunidade São Francisco de Assis com a festa dessa santo sendo realizada na capela existente na comunidade.

Praia do GUAJARÁ DE BEJA, no Rio Guajará de Beja, perto de Abaetetuba/Pa.

COMERCIANTES NO RIO GUAJARÁ DE BEJA:

Marcos da Luz, no Rio Guajará de Beja, 1922.
1931: Maria Brazil, com mercearia na Povoação de Beja e comércio no Rio Guajará de Beja
1931: Villaça & Irmão, firma com comércio no Rio Guajará de Beja.

As margens do Rio Guajará de Beja existiram no início do século 20 vários engenhos e casas comerciais importantes, conforme documentos de 1922 e seus proprietários eram: Santos & Filho, de Luiz Correa dos Santos; Marcos da Luz & Irmão; Maria Brazil Sampaio; Adalberto de Oliveira e Silva; João Bernardino Dias, proprietário de engenho de cana.

Luiz Correa dos Santos, no Rio Guajará de Beja, 1922;
Maria Brasil Sampaio, no Rio Guajará de Beja, 1922.

Engenhos no RIO GUAJARÁ DE BEJA: Vide postagem sobre engenhos de Abaeté/Pa.

Rio GUAJARÁZINHO. É um afluente do Rio Maratauhyra. Comunidade S. João Batista, no Rio Guajarazinho. Festa de S. João Batista, na capela da comunidade. Abriga uma secretaria da Colônia de Pescadores Z-14. É um afluente da margem esquerda do Rio Maratauíra e nada tem a ver com os rio Guajará e Guajará de Beja.

Famílias originárias no rio Guajarázinho:

A localidade Guajarázinho é a origem da família Pontes, João Nepomuceno de Pontes e seus irmãos. Citações históricas sobre João Nepomuceno de Pontes:

Dos escritos genealógicos de sua neta Benvinda de Araujo Pontes: João N. Pontes nasceu em 6/5/1874 na localidade Rio Guajarazinho, na então Vila de Abaeté, estudou até o 2º livro primário, no interior e aos 12 anos teve que abandonar os estudos para assumir o sustento da família, em conseqüência do falecimento de seu pai. Empregou-se como caixeiro da casa comercial de seu futuro sogro e casou com Benvinda de Lima no dia 14/4/1894, na Intendência de Abaeté. Desta união nasceram 9 filhos: Emiliano, Raimunda/Mundica, Miguel, Domingas, João, Andrelino/Dedé Pontes, Waldomira/falecida criança, Pautila/Lilita/Mimosa, Sebastião/Sabito, falecido criança.

Didi Solano/Raimundo Solano de Albuquerque, nasceu em 10/1/1910 e faleceu de derrame cerebral em 26/12/1980. C/c Leonor Mússio de Albuquerque/Lola, filha de pai italiano e mãe brasileira. Lola faleceu de insuficiência respiratória no dia 29/3/1922. Didi Solano adquiriu o antigo Engenho Silva, montado por Adalberto Silva, situado no Rio Guajarazinho, que chegou a possuir uma vila para mais de trinta trabalhadores. O Engenho passou a ser denominado de Engenho Santa Rosa, que produzia a famosa cachaça Alvorada. Didi Solano, nos tempos do declínio da cachaça, repassou esse engenho para os sócios Bebé e Batista; Em Abaeté Didi Solano possuía a Fabrica Alvorada, que produzia o refrigerante Alvorada, de muita aceitação no mercado local e regional. Irmãos de Didi Solano: João, Luíza, Dedé Solano. Didi Solano só teve filhos adotivos.

ANTIGOS ENGENHOS NO RIO GUAJARÁZINHO: Esse rio abrigava importantes engenhos nos áureos tempos da indústria canavieira. Vide Antigos Engenhos de Abaeté.

Rio IPANEMA. Faz confluência com o rio Itacuruçá.

Rio IPIRAMANHA. Abriga a Comunidade N. S. de Nazaré. É um afluente do Rio Maracapucu, quase próximo à sua embocadura.
Rio IPIRAMANHA. Abriga a Comunidade N. S. de Nazaré. É um afluente do Rio Maracapucu, quase próximo à sua embocadura.

Rio ITACURUÇÁ. Abriga a Comunidade N. S. de Nazaré, no Alto Itacuruçá. Itacuruçá e a Festa de N.S. do Perpétuo Socorro era realizada na capela da comunidade, no Baixo Itacuruçá.
Rio ITACURUÇÁ: Rio Médio Itacuruçá. É uma extensão do Rio Baixo Itacuruçá. O Rio Itacuruçá. É uma extensão do Rio Médio Itacuruçá.

Rio Baixo Itacuruçá. Abriga uma Delegacia Sindical do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Abaetetuba e a Escola Santo André.

Famílias originárias do Rio Itacuruçá:
É a origem da família Nery, como Maria da Glória Nery, Emygdio Nery Sobrinho, etc.

Emygdio Nery Sobrinho, no rio Itacuruçá, 1906. Emygdio Nery da Costa Sobrinho, com a canoa “Cisne”, em 12.03.1906, no rio Itacuruçá.

Outros Nery da Costa, em 1904, 1905 e 1906: Belmiro Nery da Costa, com casa de comércio no Rio Itacuruçá, em 1906, Albino Nery da Costa, Manoel Nery da Costa, Jerônimo Nery da Costa. Em 1922: Agostinho Martins de Carvalho; Raymmundo Conceição Maués.

Família Araujo: 3ª geração, filhos de Clarindo do Espírito Santo e Ângela:

Valdemira de Araújo (Mira), nasceu no dia 3/4/1891, às margens do Rio Itacuruçá, Distrito de Abaeté. Casou com o viúvo Francisco Augusto dos Santos e tiveram 5 filhos: Mariolino/Lilito, Zilú, Laurino, Augusto e Maria do Carmo de Araújo Santos (4ª geração). Mira faleceu no dia 13/8/1973, com 82 anos, 4 meses e 10 dias, em Belém-Pa, na casa de sua filha de criação Maria de Nazaré Valente do Couto/Bicuí e foi sepultada no Cemitério de Santa Isabel em Belém/Pa.
2ª geração, filhos de Luiz Joaquim e Feliciana: Ana, Camilla de Lélis, Antonia das Flores, Felippe Santiago( que é tio paterno de Zizina Ribeiro de Araujo), Carolina, Balbina, Sinézio, Clara de Nazaré e Tomáz de Aquino de Araujo.

4ª geração, filhos de Laura e Flor:
Ângela Angelita Santos Araújo, que nasceu no dia 10/12/1933 e casou com Alberto Kemil dos Santos e tiveram 3 filhos: Alberto Júnior, João Alberto e Maria das Dores Araújo Santos/Neca (5ª geração).

5ª geração, filhos de Ângela Angelita e Alberto:
Alberto Kemil dos Santos Júnior/Betão, c/c Sebastiana Benedita Silva e tiveram duas filhas: Ângela Maria e Maria Betânia/Beta (6ª geração).
João Alberto Araújo dos Santos, c/c Cleide Nazaré Silva e tiveram 3 filhos: Olga, André e Ângelo Kemil dos Santos (6ª geração).

Maria das Dores Araújo Santos/Neca, nasceu no dia 2/5/1964.

Festas de santos que aconteciam na chegada dos Padres Xaverianos nas Ilhas, estradas e ramais de Abaeté, em 1961: Itacuruçá: Festa de N.S. do Perpétuo Socorro, na capela da comunidade. No Itacuruçá fica a Escola Santo André e no Rio Baixo Itacuruçá abriga uma Delegacia Sindical do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Abaetetuba.

DONOS DE OLARIAS NO RIO ITACURUÇÁ:
Olaria de Agostinho Martins de Carvalho, no Rio Itacuruçá, em 1922.

COMERCIANTES NO RIO ITACURUÇÁ:

Ás margens desse rio existiam algumas casas comerciais importantes, conforme atestam documentos de 1922 e seus proprietários eram:

Emygdio Nery Sobrinho;
Agostinho Martins de Carvalho;
Adriano Carvalho das Chagas;
Raymmundo Conceição Maués.
Fábio Nery de Araújo era Fiscal do Governo do prefeito Aristides dos reis e Silva.

O Rio Itacuruçá Como Limite de Abaeté:

O Rio Itacuruçá se localiza às proximidades do município de Igarapé-Miry. Descrição dos limites com Igarapé_MIri: Abaeté limita com o município de Igarapé-Miri: começa nas cabeceiras do Rio Mocajatuba, destas, alcança, por uma reta, as cabeceiras do rio Itanimbuca; desce por este até o furo do Inferno, pelo qual segue até sair no rio Meruú, o qual atravessa para a boca do furo Camarãoquara, pelo qual também segue até a sua foz, no furo Tucumanduba e segue por esse furo até encontrar o furo do Pinheiro e por este até a sua boca, no furo Itaboca, pelo qual continua até sair no furo Panacuéra e por este último até sair no rio Mahuba, pelo qual desce até a sua foz no rio Tocantins.

Alguns rios de Abaetetuba vão até a Vila Maiuatá e a partir daí, fazem parte de Igarapé-Miry.

Rio ITAUAÇU. Itauaçu é uma palavra de origem tupi que designa um rio localizado em Abaeté/Pa e significa rio das pedras grandes, como alusão às grandes e perigosas pedras existentes no fundo do rio, em permamente risco à navegação.

Rio Itanimbuca. Abriga a Escola Arcelino Lobato.

Rio JACARÉQUARA. O Rio Abaeté pela sua margem direita possui os seguintes afluentes: Rio Jacaréquara, Igarapé Ipixuna. O Rio Abaeté é um afluente do Rio Maratahyra, com sua embocadura próxima à Ilha Campompema. A partir daí vai formando afluentes, tanto da margem direita, quanto da esquerda. Pela margem esquerda possui os seguintes afluentes: Igarapé Genipahuba, Igarapé Moju-Miry, Rio Curuperê, Igarapé Camotim. Pela sua margem direita possui os seguintes afluentes: Rio Jacaréquara, Ig. Ipixuna.

Rio JUPARIQUARA. Abriga a Comunidade Santa Maria Auxiliadora.

ANTIGOS ENGENHOS NO RIO JUPARIQUARA: Esse rio abrigava importantes engenhos nos tempos áureos da indústria canavieira de Abaeté. Vide Antigos Engenhos de Abaeté.

Rio JARUMÃ.
É um rio urbano e que lança inúmeros afluentes que vão banhar a sede do município, atingindo vários bairros da cidade.

A Rua Justo Chermont, no Bairro do Cafezal é banhada pelo Jarumã, onde recebe ou é cortada pelas travessas desse bairro: Evandro Chagas, Aristides, José Gonçalves Chaves, D. Pedro I, de onde segue para outro bairro até terminar perto do Rio Jarumã.

Baixada do Bairro S. José, à beira do Rio Jarumã.

Outros Bairros da Rua Lauro Sodré, banhados pelo Jarumã. Cortando a Trav. D. Pedro I, avança e recebe a Trav. Tancredo Neves, a Passagem Luís Gomes, corta a Trav. Alípio Gomes, de onde avança até terminar às proximidades do Rio Jarumã.

Outros Bairros da Rua Barão do Rio Branco, banhados pelo Jarumã. Essa rua corta as pequenas travessas com nomes de santos, acima, avança e corta a Trav. S. Sebastião, onde termina, perto do Rio Jarumã.

Outros Bairros da R. Siqueira Mendes banhados pelo Jarumã. Avança e Trav. D. Pedro I e, desse ponto, emite 3 pequenas travessas: S. Miguel, S. Francisco e S. Raimundo e vai terminar em uma dobra no Rio Jarumã.

Bairro do Cafezal, onde recebe ou corta as travessas desse bairro e avança para os bairros perto do Rio Jarumã.

Abriga uma secretaria da Colônia de Pescadores Z-14. Abriga uma Delegacia Sindical do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Abaetetuba.

O Jarumã é uma localidade importante, pelo fato de que foi nessa localidade, conforme relatam nossos historiadores, que aportou o português Francisco de Azevedo Monteiro, quando de sua viagem para assumir sua “sesmaria” que lhe foi doada pelo Governador Provincial do Pará e por ter sido acossado por uma tempestade na Baía do Marajó, foi obrigado a desviar sua rota e aportar na localidade Jarumã:

“Afora os religiosos, a primeira pessoa civilizada a habitar o antigo povoado de Abaeté, teria sido o português Francisco de Azevedo Monteiro, sua família e seus companheiros de embarcação. Ganhando do governo uma sesmaria na região do baixo Tocantins, com sua família, no ano de 1724, seguiu numa embarcação, à procura de um lugar que lhe agradasse. Primeiramente iria para Beja e de lá zarparia para o incerto, até achar terras ricas em cravo, uma das “drogas do sertão”. Acontece que, antes de chegar a Beja um temporal irrompeu, desviando-o da rota. Contam que, no desespero de se salvar, Monteiro teria feito uma promessa à N. S. da Conceição: Que no lugar onde se salvasse se radicaria e ergueria uma capela sob sua invocação. O certo é que o navegador conseguiu chegar a uma ponta de terra (Jarumã) e aportar às margens do Rio Maratauhyra, onde foi socorrido pelos nativos do lugar. Com a ajuda de seu pessoal e dos nativos, deu início à construção da capela, muito humilde, construída à maneira das construções dos nativos do lugar”.

Também no rio Jarumã terminam ou partem importantes ruas do bairro Francilândia como as avenidas: Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Rondônia e Amapá, do Bairro Francilândia.
Rio JARUMÃ. Festas de santos que aconteciam na chegada dos Padres Xaverianos nas Ilhas, estradas e ramais de Abaeté, em 1961: Jarumã; festa de S. Miguel, na capela da comunidade. Por ser um rio relativamente longo, recebe as denominações: Baixo, Médio e Alto Jarumã.

Escola no rio jarumã: Escola Mista Primária “Padre Pimentel”, no Alto Rio Jarumã, tendo a regê-la a Professora Annita Garibaldi Calliari.

Antigos Comerciantes no Rio Jarumâ:
A localidade Jarumã possuiu várias casas comerciais, conforme documentos antigos de 1922 e seus proprietários eram:

João Baptista Lobato. Cargas à frete: João Baptista Lobato, no Rio jaruman, 1922;
José Demetrio Paes, era Fiscal no rio jarumã no Governo do Coronel Aristides, 1922.

ANTIGOS ENGENHOS NO RIO JARUMÃ: Esse rio possuía importantes engenhos nos áureos tempos de “Abaeté, a Terra da Cachaça”. Vide Antigos Engenhos de Abaeté.

Comunidade N. S. do Livramento, no Rio Jarumã.

Rio JAURÁ. O rio Guajará é importante devido ao fato de de fazer divisa entre os distritos de Abaeté e Beja: a divisa começa na foz do Rio Guajará, subindo por este até a confluência do Igarapé Apeí, pelo qual sobe até as suas nascentes, donde alcança, por uma reta, as nascentes do Rio Jaurá, e daí, por outra reta, até as nascentes do Igarapé Cabresto. Rio que banha os distritos de Abaetetuba e Beja. Importante como divisa entre Abaeté e beja. Vide, acima, igarapé Apeí.

Rio JENIPAÚBA. Abriga a Comunidade Sagrado Coração de Jesus. Uma lenda do Rio Genipaúba: O Poço da Corrente. Dizem que nas cabeceiras do Genipaúba existia um poço, muito famoso, devido uma corrente, a qual descansa na beira do poço. Curiosos já jogaram a corrente no poço, afundando-a. Porém, no outro dia, como por milagre, a mesma corrente já estava no seu antigo lugar, como colocada por alguém. Dizem também, que ao ser afundada, a dita corrente parece bater em algo sólido, ouvindo-se um estrondoso baque de metal contra metal. Outras pessoas dizem que esse poço foi obra dos revolucionários cabanos de Abaeté, que foi feito para guardar as riquezas que apanhavam nos saques das fazendas locais.

Rio MARACAPUCU. Abriga a Comunidade Santa Maria, a Escola Pe. Mário Lanciotti, a Comunidade Sagrado Coração de Jesus, a Comunidade e Festa de S. José, na capela da comunidade e a Escola Jane Farias.

MARACAPUCU-BOCA: Festa de S. Raimundo, na capela da Comunidade.

Famílias do Maracapucu:

João do Banjo/João Cardoso: Ribeirinho, natural da localidade de Maracapucu, do Rio Maracapucu, de Santa Maria (comunidade), músico. Filho de Manoel dos Reis e Silva, que também tocava banjo na folias e ladainhas do Rio Maracapucu. Aprendeu, ainda criança, a tocar o instrumento do pai, às escondidas, porque seu pai não gostava que alguém pegasse o instrumento dele. Aprendeu olhando seu pai tocar, assobiando as músicas.

DONOS DE OLARIAS NO RIO MARACAPUCU:
Os donos de olarias nesse lugar eram:

Benjamim Gualter Gomes
Manoel Raymmundo Rodrigues; 1922
Carmelino Pedro Rodrigues
Benjamim de Carvalho.

COMERCIANTES NO RIO MARACAPUCU:
Raymmundo Manoel Ferreira.
Miguel Pinto Ferreira.
Manoel Eduwirges Ferreira.
Manoel Laurindo Cardoso.
Comércio de Antonio do Espírito Santo Farias, 1931.

ANTIGOS ENGENHOS NO RIO MARACAPUCU:
O Rio Maracapucu era um pólo comercial/industrial de Abaeté, onde existiam, além de importantes comerciantes, também importantes donos de engenhos. Vide Antigos Engenhos de Abaeté.

SOBRE AS IGREJAS EVANGÉLICAS NO RIO MARACAPUCU:

Igreja Cristã do Brasil: O 2º casal a chegarà Abaetetuba foi Douglas e Mary McAllester, trabalho mais concentrado no Rio Maracapucú. Do Maracapucú, que era o centro da operação, eles saíam para os demais rios, como Costa Maratauíra, Furo Grande, Quianduba, Rio Abaeté e outras localidades, onde conseguiram a arrebanhar um bom número de fiéis.

Famílias originárias do Rio Maracapucu:
Manoel Galileu Guimarães, nasceu em 27/10/1952 e casou, em 11/10/1986, na localidade Maracapucu, com Terezinha Ferreira Correa. Terezinha nasceu em 28/12/1953 e é filha de Antonio Correa e Maria Ferreira Correa. Manoel Galileu e Terezinha casaram na localidade Maracapucu, com certidão de casamento expedida pelo escrivão Manoel Negrão Rodrigues e tiveram como testemunhas, Hercília da Silva Rodrigues e João de Deus Silva Rodrigues.

Nas casas de famílias dos rios, estradas e ramais de Abaeté, aconteciam festividades de santos como nas comunidades do Maracapucu. Festas de santos que aconteciam na chegada dos Padres Xaverianos nas Ilhas, estradas e ramais de Abaeté, em 1961:

Comunidade do Maracapucu-Boca, Festa de São Raimundo, na capela da Comunidade, Festa de S. José, na capela da comunidade.

O MARACAPUCU-PALMAR. Abriga uma secretaria da Colônia de Pescadores Z-14 e a Escola do Palmar.

Rio MARACAPUCU-MIRY. É um afluente do Rio Maratauíra. Abriga a Comunidade Bom Jesus e a festa desse santo é realizada na capela da comunidade e a Escola Sagrado Coração de Jesus. Esse rio possuía alguns engenhos na época da fase áurea da indústria canavieira de Abaeté. Vide Antigos Engenhos de Abaeté.

Antonio Carlos Viégas era Fiscal no Rio Maracapucu-Miry no Governo do Coronel Aristides.

ANTIGOS ENGENHOS NO RIO MARACAPUCU-MIRY: Esse rio possuía importantes engenhos nos áureos tempos de “Abaeté, a Terra da Cachaça”. Vide Antigos Engenhos de Abaeté.

Rio MAHUBA. É afluente do Rio Tocantins, nos limites com Cametá. Na localidade Mahuba existiam alguns engenhos de cana. Abriga uma Delegacia Sindical do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Abaetetuba e a Comunidade N. S. do Perpétuo Socorro.

Rio MARAPATÁ

Rio MARATAUHYRA (ou Meruu?) é um dos afluentes do Rio Tocantins, onde existiam vários engenhos de cana, espalhados por suas margens. O Rio Abaeté pela sua margem direita possui os seguintes afluentes: Rio Jacaréquara, Igarapé Ipixuna. O Rio Abaeté é um afluente do Rio Maratahyra, com sua embocadura próxima à Ilha Campompema. A partir daí vai formando afluentes, tanto da margem direita, quanto da esquerda. Pela margem esquerda possui os seguintes afluentes: Igarapé Genipahuba, Igarapé Moju-Miry, Rio Curuperê, Igarapé Camotim. Pela sua margem direita possui os seguintes afluentes: Rio Jacaréquara, Ig. Ipixuna.

É um rio importante porque foi às suas margens que se assentou o povoado de Abaeté, que deu origem a atual cidade de Abaetetuba. Vide a história de fundação de Abaeté que fala do Rio Maratauhyra.

Uma lenda do Rio Maratauhyra, O Manto de Borboletas. Na década de 1960, uma garota de 6 anos, sobrinha do esposo de D. Izabel, adoeceu, ficando ficando um mês inteiro sofrendo de hemorróida. Consultaram com o Dr. Novais, Contente, SESP, na Vila Maiuatá, com seu Castelo e com o Agenor Farmacêutico e nada de cura para a menina, que ia ficando cada vez mais fraca. Ela ficou só pele e osso. Procuraram os pajés e veio um da Costa Maratauhyra, que disse que o espírito de um rapaz, que morreu afogado a pouco tempo, no porto da casa de seu avô, o Sr. Santino, estava dominando o corpo da menina. A garota ficava cada vez pior e seu corpo magro esfriou totalmente, como se já estivesse morta, assim permanecendo por dois dias. A mãe, desesperada, juntou todas as ervas da receita do pajé e fez a defumação receitada por ele, em todo o corpo da garota, qual, em contato com a fumaça, soltou o seu último suspiro, vindo a falecer logo depois do meio dia. O enterro da menina só poderia ser realizado no outro dia. Os parentes, vizinhos ficaram fazendo o velório da criança falecida. Ao entardecer, borboletas começaram a aparecer, não se sabe de onde, uma, outra, mais uma, até que se juntou uma enorme quantidade de borboletas brancas, que pousavam sob o corpinho morto da menina, cobrindo-lhe totalmente, como um manto branco-azulado. Os do velório quiseram enxontá-las, porém não conseguiram, tal a quantidade de borboletas. Quando a manhã chegou, as misteriosas borboletas levantaram vôo, sumindo rio afora. Esse fato nunca foi esclarecido.

ANTIGOS ENGENHOS NO RIO MARATAUHYRA: Esse rio possuía importantes engenhos nos áureos tempos de “Abaeté, a Terra da Cachaça”. Vide Antigos Engenhos de Abaeté.

Comerciantes na COSTA MARATAUHYRA:
Na Costa Maratauhyra existiam algumas importantes casas de comércio, conforme atestam documentos de 1922 e seus proprietários eram; Raymmundo Oliveira; Antônio de Figueiredo Dias; Delmiro de Almeida Nobre; Pedro Eduardo Gonçalves.

Raymmundo Oliveira, na Costa Maratauhyra;
Antonio Figueiredo Dias, na Costa Maratauhyra;
Delmiro de Almeida Nobre, na Costa Maratauhyra;
Pedro Eduardo Gonçalves, na Costa Maratauhyra;
Freteiro: Delmiro de Almeida Nobre, na Costa Maratahuyra;
Antonio de Figueiredo Dias possuía uma fábrica de beneficiamento de sebo de ucuhuba, na Costa Maratauíra, em 1930.
Manoel Eugênio Gomes, na Costa Maratauhyra.
1931: José Joaquim Nunes com comércio na Costa Maratauhyra.

Rio MARINQUARA
Rio MAUÍRA
Rio MERUÚ-AÇU
Rio MOCAJUBA


Rio MOJU. Descrição das divisas de Abaetetuba: Com a Baía de Marapatá, os limites se fazem através da foz, pela sua margem direita, chegando até a foz do Furo Mahúba, na mesma margem direita até o Rio Pará: Com o Rio Pará e a Baía do Marajó, os limites começam na foz do Rio, seguindo pela margem direita desse rio até a Costa do rio Uiarenga; com o município de Belém, os limites se fazem pela foz do Rio Uiarenga, na baía do Marajó, seguindo por esse rio até as nascentes do Rio Uraenga, nas margens nascentes do igarapé Cabresto, afluente esquerdo do Rio Moju. O Rio Moju faz limite, juntamente com a cidade de Moju, à Leste, com o município de Abaetetuba.

Rio MOJU-MIRY. Fica acima do Rio Genipaúba.


Rio MURUTINGA. Abriga uma Delegacia Sindical do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Abaetetuba.

Rio NORIANDEUA


Rio PANACUÉRA. Abriga a Escola Frei Paulino.

Antigos comerciantes do Rio Panacuéra:
J. B. M. Lobato, no Rio Panacuéra, 1922;
João Magno da Silva, no Rio Panacuéra, 1922.

Esse rio abrigou importantes engenhos de cana-de-açúcar na fase áurea da cachaça de Abaeté/Pa.

Rio PANACUÉRA-AÇU

Rio PANACUÉRAZINHO. Comunidade de N. S. do Bom Remédio, no Rio Panacuerazinho.


Rio PARAMAJÓ. Abriga a Comunidade S. Pedro, com a festa na capela da Comunidade.

Famílias com origem no rio Paramajó:

Família Margalho, de Simeão Margalho, Trajano Margalho. Bento Margalho, Joaquim Margalho.
Nessa localidade existiam importantes casas de comércio, conforme atestam documentos de 1922, cujos proprietários eram: Cardoso & Ferreira.

Festas de santos que aconteciam na chegada dos Padres Xaverianos nas Ilhas, estradas e ramais de Abaeté, em 1961: Rio Paramajó, Festa de São Pedro, na capela da Comunidade.

Abriga uma Delegacia Sindical do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Abaetetuba.

COMERCIANTES NO RIO PARAMAJÓ:
Nessa localidade existiam importantes casas de comércio, conforme atestam documentos de 1922, cujos proprietários eram:

Cardoso & Ferreira;
Garibaldi Parente possuía comércios no Rios Paramajó e Piquiarana.
Manoel José Gonçalves Chaves aparece como Fiscal no Rio Paramajó no Governo do Coronel Aristides.

ANTIGOS ENGENHOS NO RIO PARAMAJÓ: Esse rio abrigava importantes donos de engenhos. Vide Antigos Engenhos de Abaeté/Pa.

Rio Paruru. Abriga uma secretaria da Colônia de Pescadores Z-14, uma Delegacia Sindical do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Abaetetuba, a Comunidade N. S. das Dores, no Baixo Paruru. Comunidade Santo Antonio, no Rio Alto Paruru.

Abrigou alguns engenhos de cana-de-açúcar na fase áurea da indústria canavieira em Abaeté.
Igarapé GRANDE, no Rio Paruru.


Rio PINDOBAL

Rio PIQUIARANA. Abriga a Comunidade S. Francisco Xavier e as escolas Felipe Santiago Campelo e a Escola São Judas Tadeu.

Importantes famílias de Abaeté tiveram origem no Rio Piquiarana, como:

Maués, de Firmo Roberto Maués:
José Honório Roberto Maués.

COMERCIANTES NO PIQUIARANA:
O Piquiarana era um pólo comercial/industrial de Abaeté e possuía algumas importantes casas de comércio, conforme atestam documentos de 1922 e seus proprietários eram:

Firmo Roberto Maués;
João Francisco Ferreira;
Júlio Antônio da Costa;

Gariribaldi Parente & Cia., firma de propriedade de Garibaldi Parente, um importante comerciante, político, jornalista e industrial de Abaeté.
Garibaldi Parente possuía comércios no Rios Paramajó e Piquiarana.

João Francisco Ferreira. Tornou-se prefeito nomeado de Abaeté na Revolução de 1930 (7/7/1935-12/2/1936) e o 1º prefeito constitucional de Abaeté (12/2/1936-31/12/1937), assumiu, quando acontece um novo “Golpe de Estado” em 10/11/1937. João Francisco foi deposto assumindo em seu lugar o prefeito nomeado Coronel Aristides dos Reis e Silva (1/1/1938-28/2/1943).

Júlio Antonio da Costa;
Firmo Roberto Maués.

ANTIGOS ENGENHOS NO ENGENHO NO PIQUIARANA:
Esse rio possuía importantes engenhos nos áureos tempos de “Abaeté, a Terra da Cachaça”. Vide Antigos Engenhos de Abaeté.

ANTIGOS ENGENHOS NO RIO PIQUIARANA-AÇU E RIO PIQUIARANA-MIRY:
Esses rios possuías importantes engenhos nos áureos tempos de “Abaeté, a Terra da Cachaça”. Vide Antigos Engenhos de Abaeté.


Rio PIRATUBA:
Nestes tempos em que a chamada doença de calazar (Leishmaniose Visceral Americana) se faz presente no município de Abaetetuba, contaminando cães, gatos e até pessoas, lembramos o grande médico sanitarista e cientista, pesquisador e descobridor desse mal em Abaeté, Dr. Evandro Chagas. Para fazer seus estudos em Abaeté ele realmente viveu uma aventura nos lugares por onde desenvolveu suas pesquisas sobre a leishmaniose.
Piratuba foi a localidade escolhida pelo grande Evandro Chagas, médico e cientista ...Evandro Chagas nasceu no dia 10.08.1905, era médico sanitarista, cientista, com atuação na Escola de Manguinhos, no Rio de Janeiro, de onde ganhou renome para o mundo. As conquistas patológicas se iniciaram com Evandro Chagas e cientistas pioneiros, que adotavam os princípios: “ver o problema (definir), coletar informações e material (espécimes), transportá-los adequadamente aos laboratórios, realizar os exames necessários, analisar devidamente as informações visando a necessidade de torná-las públicas, com medidas de intervenção pertinentes à saúde da comunidade em estudo”. Quem ler essas orientações pode pensar que se trata de procedimentos em uma grande cidade e com um moderno laboratório à disposição dos cientistas. Pois essa experiência foi realizada aqui na Amazônia, no meio do mato e na mais precária das condições de trabalho. E grande parte dos estudos iniciais de Evandro Chagas e colegas, foram realizados aqui no então município de Abaeté, na localidade Piratuba. No tempo de Evandro Chagas a navegação pela Amazônia era lenta e difícil e só pelos rios. O material de fixação do material coletado era só o formol e outros poucos fixadores clássicos, para a conservação das espécimes. O único microscópio de Evandro Chagas era pequeno, monocular e movido à luz solar, que carinhosamente foi guardado por membros de sua equipe, após os términos das pesquisas. Após essas pesquisas foi publicada a obra “Contribuição ao conhecimento da nosografia do estuário do Amazonas”, que é uma referência regional concisa e clara da visão ampliada na pesquisa de saúde, abordagem tão reclamada nos tempos modernos.
Evandro Chagas morreu prematuramente em 1940. Mas o “Instituto de Patologia Experimental do Norte seria sempre a chave mestra de sua organização”. Ele nasceu fora da Amazônia, mas é assumidamente amazônida. “Evandro estará sempre no Brasil, ancorado no espírito dos que querem renovar nosso país, trazer-lhes a educação, a ciência e o saneamento, sem o que não se constrói uma civilização”. Em 2005 celebrou-se o centenário de nascimento desse grande brasileiro e ele foi muito festejado e será sempre festejado no Instituto Evandro Chagas. Ele será sempre uma referência histórica substantiva e singular. É o Patrono do Instituto Evandro Chagas.
A principal doença pesquisada por Evandro Chagas na Amazônia foi a leshimaniose visceral americana, vulgo calazar descrita por Evandro Chagas em 1937, foi assinalada no estado do Pará em 4 municípios: Marapanim, Soure, Abaeté e Moju. Em Abaeté a doença foi encontrada por visceratomia e pesquisas clínicas. Evandro Chagas descreve essa doença como uma moléstia de incidência esporádica, atacando o homem em diferentes idades, com predominância em crianças abaixo de 10 anos e com as características de infecção silvestre. Tanto o encontro de casos humanos da doença como o de cães foram difícies. Em exames clínicos detectaram-se 6 casos de humanos e 2 cães infectados em regiões silvestres.
Evandro Chagas veio estudar e pesquisar a doença Leishmaniose Visceral Americana. Chegou ao Pará chefiando a Comissão de estudos de Leishimaniose Visceral Americana, e no mesmo ano se deslocou para a localidade Piratuba, fazendo pesquisas na área...ficando de 1936, 37 e 38. Alocalidade Piratuba só tinha acesso através da água, em barcos pequenos e canoas ...Depois, então, abriu-se um ....por onde se tinha acesso a essa localidade, distando 18km da cidade de Abaeté. ...vide pesquisa ...Qual o papel do Dr. Lindolpho Abreu nessa história? No Piratuba existe uma Vila Canaã.
“Evandro Chagas achava tudo engraçado, por que era um sujeito muito corajoso. Dava o exemplo para tudo, era arrojado, audacioso. Não tinha medo de coisa nenhuma. Ia de bermudas, botas e chapéu colonial, máquina fotográfica, e o microscópio de campo, que ele usava a tiracolo. Fazia exames de pacientes descobrindo várias doenças, como bouba (vários casos, úlceras fagedêmica tropical e outras. A doença calazar acontecia nas cabeceiras do rio e fomos até lá, no Piratuba, e lá encontramos os primeiros casos dessa doença, em pessoas vivas da região amazônica. Essas pessoas apresentavam o baço grande demais e fazíamos a punção do baço à procura dos vermes leishimânias. Evandro, com essa descoberta, considerou a viagem bem sucedida e fez das idas e vindas a esses locais, rotina de trabalho. Depois, Evandro Chagas foi para o Rio de janeiro e nós continuamos fazendo o trabalho, todos os meses, durante dois anos. Metade do mês eram trabalhos de campos, nesses locais de ocorrência de calazar. Evandro Chagas vinha várias vezes do Rio, durante o ano, para visitar a região e discutir como equipar, orientar e avaliar os trabalhos. As Viagens ao interior se faziam nos aviões do correio Aéreo Nacional, que eram aviões da 1ª Guerra Mundial, biplanos, com asas de lona, monomotores e lotação para um passageiro e o piloto. Várias viagens eram necessárias para levar a equipe. Havia uma área capinada para o pouso dos aviões. Quando todos chegavam, a viagem era feita por terra, por picadas abertas na mata. Eram 18 km de caminhada. A moradia era em palhoça, em quarto cedido por um morador do local. A dormida eram em redes armadas em duas barracas e duas tendas de lona. Um pedaço da lona cobria o laboratório e outro o refeitório. Todo o trabalho de pesquisa foi fieto nesse laboratório de lona. Os exames de laboratório, as autópsias. Na outra barraca eram feitas as refeições. Os banhos eram de igarapé e não havia sanitários e a floresta era a privada. A floresta também fornecia a alimentação: paca, cotia, tatu. Os rios forneciam os peixes. Os nativos caçavam e pescavam e Evandro Chagas comprava esses bichos. Antes eram examinados, os contaminados eram guardados e os sadios eram usados como alimentos. O transporte era via fluvial, em canoas. A reação dos nativos do lugar foi difícil, mas Evandro Chagas era persistente, lembrando os falecidos com a doença e com isso conseguia convencê-los a fazer os exames. Os exames eram feitos sem camas e as pessoas deitavam no chão ou em pé. Descobrimos, também, cães positivos e não sabíamos que cães pudessem ser vetores da doença calazar. Fizemos exames em outros animais silvestres.
Nas casas de famílias das Estradas e Ramais de Abaeté, aconteciam festividades de santos nas seguintes comunidades: Piratuba.

Rio PIRINÃ
Rio PRAINHA. Abriga a Comunidade Santa Maria.

Rio QUIANDUBA. Abriga a Comunidade N. S. do Perpétuo Socorro, com a festa dessa santa na capela da comunidade.

Antigos comerciantes no Rio Quianduba:
Barbosa & Cia;
M. C. Ribeiro & Filho.
Citação de 1922: “Raymmundo Ferreira Vaz com engenhoca para fabricar mel no Rio Quianduba”.

ANTIGOS ENGENHOS NO RIO QUIANDUBA:
Esse rio possuía importantes engenhos nos áureos tempos de “Abaeté, a Terra da Cachaça”. Vide Antigos Engenhos de Abaeté.

Rio RIOZINHO

Rio SAPOCAJUBA. Abriga a Comunidade S. Raimundo, com a festa do mesmo santo na capela da comunidade e a Escola Bom Pastor. Nessa localidade existiam alguns engenhos na antiga cidade de Abaeté. Vide Engenhos em Abaeté.

Rio SARAPUQUARA

Rio SYRITUBA. Luciano Antonio dos Santos, 1922. Comunidade Santa Maria, no Rio Sirituba. Abriga a Comunidade Santa Maria.

Rio TABATINGA. Margina a Ilha de Tabatinga. Na Ilha de Tabatinga existe o Furo do Boto. Abriga uma secretaria da Colônia de pescadores Z-14 e a Comunidade N. S. do Perpétuo Socorro.


Rio TAUÁ. Abriga a Comunidade S. Sebastião.

Rio TAUERÁ DE BEJA - Suas águas deságuam na Baia do Capim. Abriga uma Delegacia Sindical do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Abaetetuba. Local onde a família de Raymmundo Pauxis possuíam um sítio e onde essa família promovia anualmente a Festividade de São Raimundo Nonato. O Tauerá de Beja abriga a Escola do Baixo Tauerá.

Comerciantes no RIO TAUERÁ DE BEJA:

No Tauerá de Beja existiam importantes casas de comércio, conforme atestam documentos de 1922, cujos proprietários eram: Venâncio Bahia.

ANTIGOS ENGENHOS NO RIO TAUERÁ DE BEJA:
Esse rio abrigava importantes engenhos nos tempos áureos da indústria canavieira de Abaeté. Vide Antigos Engenhos de Abaeté.
Júlio Luzio, era tutor de Maria Fernandes Silva/Marocas. Latino Lídio da Silva veio, a pedido de Júlio Luzio, tomar conta do engenho de propriedade do esposo da Sra. Jovita, engenho às margens do Rio Tauerá.

Rio TAUERÁ-AÇU/TAUERAÇU: Nada tem a ver com o Rio Tauerá de Beja. É afluente do Rio Maratauíra, pela margem direita. Abriga a Comunidade N. S. Santana.
ANTIGOS ENGENHOS NO RIO TAUERÁ-AÇU: Esse rio possuía importantes engenhos nos áureos tempos de “Abaeté, a Terra da Cachaça”. Vide Antigos Engenhos de Abaeté.

Rio TAUERÁ-MIRY

Rio TAUERÁZINHO. Famílias originárias do Rio Tauerázinho:

Hermínio Ribeiro. Era pescador e agricultor e morava na localidade Rio Tauerázinho. Era c/c Estefânia com quem teve os seguintes filhos: Francisco, Caboquinho, Pedrinho, Filoca, Zezinho, Antonico, Luci e Iró. Quase todos se mudaram para Belém/Pa.

Filhos de Hermínio e Estefânia:
Caboquinho Ribeiro. É casado e tem filhos e mora na Rua dr. Assis em Belém.
Pedrinho Ribeiro. Comerciante de pescado, era c/c Lourdes Rodrigues e tiveram filhos. Pedrinho morava em Abaetetuba e já é falecido.
Iró Ribeiro. É a sogra do major Joaquim Sousa de Abreu.

ANTIGOS ENGENHOS NO IGARAPÉ TAUERÁZINHO:
Esse rio possuía importantes engenhos nos áureos tempos de “Abaeté, a Terra da Cachaça”. Vide Antigos Engenhos de Abaeté.

Rio TIJUCAQUARA

Rio TUCUMANDUBA. É um rio de média profundidade e fica nos limites com o município de Igarapé-Miri. Abriga uma secretaria da Colônia de Pescadores Z-14.

Festas de santos no rio Tucumanduba: Comunidade N. S. de Lourdes, no Baixo Tucumanduba. Comunidade N. S. de Guadalupe, no Médio Tucumanduba. Comunidade S. João Batista, no Rio Tucumanduba.

Freteiros no Tucumanduba:
Freteiro: Capitão João dos Reis e Silva, Canoa Brazileira, no Rio Tucumanduba;
Freteiro: Aristides Silva & Cia., Canoa Elegante, no Rio Tucumanduba.

ANTIGOS ENGENHOS NO RIO TUCUMANDUBA:
O Rio Tucumanduba era um pólo comercial/industrial de Abaeté. Esse rio abrigava importantes engenhos nos tempos áureos da indústria canavieira de Abaeté. Vide Antigos Engenhos de Abaeté.

Rio TUCUMANDUBAZINHO:
ANTIGOS ENGENHOS NO RIO TUCUMANDUBAZUNHO: Esse rio abrigava importantes engenhos nos tempos áureos da indústria canavieira de Abaeté. Vide Antigos Engenhos de Abaeté.


Rio URUÁ
Rio URUCURI. Abriga a Comunidade Menino Deus.

Rio VILHENA. Localidade onde exisitiram importantes comerciantes e donos de engenhos de cana-de-açúcar no tempo em que a cidade se chamava Abaeté/Pa. Vide Engenhos em Abaeté.
Comércios: Silva & Mendes, no Rio Vilhena.

Rio XINGU. Que abriga a Escola Santo Afonso. É um afluente do Rio Urubuéua.

Festas de santos que aconteciam na chegada dos Padres Xaverianos nas Ilhas, estradas e ramais de Abaeté, em 1961: Rio Xingu, festa de Santo Afonso, na capela da comunidade. Ano de 2005. Abriga uma secretaria da Colônia de Pescadores Z-14 de Abaetetuba e uma Delegacia Sindical do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Abaetetuba.

COMERCIANTES NO RIO XINGU:
Leopoldo Paes, comerciante no Rio Xingu, anos de 1920.

RIO XINGUZINHO

Prof. Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pa, em 6/4/2010.

5 comentários:

  1. professor tao vez o senhor possa me ajudar eu tou procurando os parentes do meu pai o nome dele e joao wanderlei pantoja ele tem em torno de 50 ano na amazonia a idade dele 74 anos ele falava dos parentes dele eram de abitetuba no para o nome da mae dele era aguinela ele tinha um irmao benedito o resto e muito vago eles tinhan engenho de cana de açucar

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  2. Cara Jane Pantoja,
    Publicamos recentemente duas postagens sobre a localidade Rio Maúba em Rios de Abaetetuba, onde aparecem muitos sobrenomes Pantoja dessa localidade e do município vizinho de Igarapé-Miri onde existem muitas famílias com esse sobrenome. Dê uma olhada nessas postagens.
    Um abraço do
    Prof. Ademir Rocha

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  3. Sou Nascida em Abaetetuba porem aos 12 me mudei para o Japao Estudei no Insa junto de lindos e especiais Amigos Hiran,Jackson,Sandra,Juliene,Marilene,Angélice e outros... E como gostei do seu trabalho venho lhe fazer um grande pedido . Gostaria de ver a cidade mas como nw posso visitar gostaria que Vc fizesse um album de fotos >>>Praça da igraja que fica ao lado do colegio São Francisco ,Praça de frente ao Insa ,o Insa ,as feiras do centro e as mudaças dos anos que se passaram . Seria uma tarefa muito trabalhosa e complicada mas sei que nw seja impossível .
    Desde já muitíssimo grata ......
    Carmem T.N.I.

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  4. Sou Nascida em Abaetetuba porem aos 12 me mudei para o Japao Estudei no Insa junto de lindos e especiais Amigos Hiran,Jackson,Sandra,Juliene,Marilene,Angélice e outros... E como gostei do trabalho de Vc's venho lhes fazer um grande pedido . Gostaria de ver a cidade mas como nw posso visitar gostaria que Vc's fizessem um album de fotos >>>Praça da igraja que fica ao lado do colegio São Francisco ,Praça de frente ao Insa ,o Insa ,as feiras do centro e as mudaças dos anos que se passaram . Seria uma tarefa muito trabalhosa e complicada mas sei que nw seja impossível .
    Desde já muitíssimo grata ......
    Carmem T.N.I.

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  5. Caríssimas Jane e Jéssica,
    Um Ano Novo cheio de Felicidades para vcs no Brasil ou no Japão, este grande país oriental.
    De Ademir Rocha

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